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Pacientes avaliam positivamente o acompanhamento ambulatorial da saúde digestiva na Policlínica do Idoso

Com investimentos do Governo do Estado na modernização da rede pública de saúde e na ampliação do acesso a consultas especializadas, pacientes da Policlínica do Idoso relatam avanços no tratamento da saúde digestiva por meio do acompanhamento em gastroenterologia. A unidade oferece atendimento multidisciplinar e assistência integrada voltada à promoção da saúde, qualidade de vida, bem-estar e autonomia da população idosa.
Com foco no cuidado preventivo e no diagnóstico precoce, a unidade realiza acompanhamento ambulatorial de pacientes com doenças gastrointestinais comuns na terceira idade, como gastrite, refluxo gastroesofágico, constipação intestinal, intolerâncias alimentares e diverticulite. Sintomas persistentes, como dores abdominais, azia frequente e alterações no hábito intestinal, também são investigados pela equipe especializada.
De acordo com o médico gastroenterologista e especialista em endoscopia digestiva Rafael Vidal, as principais demandas recebidas no ambulatório estão relacionadas a sintomas gástricos e intestinais.
“As principais queixas dos pacientes são dores no estômago, queimação, azia, sensação de má digestão e refluxo. Também recebemos muitos casos de constipação, diarreia e alterações do hábito intestinal. A partir desses relatos, solicitamos exames preventivos, como endoscopia, colonoscopia e ultrassonografia abdominal, para investigar os sintomas, chegar ao diagnóstico correto e direcionar o tratamento adequado”, explicou.
O especialista também destacou a importância do atendimento multidisciplinar no acompanhamento dos pacientes idosos. “Trabalhamos em conjunto com nutricionista e psicólogo, porque muitas vezes os sintomas gastrointestinais também podem estar relacionados a fatores emocionais”, completou.
Maria das Graças Brito Martins, de 74 anos, moradora do bairro Vila Embratel, é acompanhada pela unidade há mais de quatro anos e relata melhora significativa no tratamento de gastrite e refluxo.
“Está sendo muito bom fazer o meu tratamento aqui. Na primeira consulta o médico passou medicação e exames. Fiz o tratamento durante seis meses, realizei os exames e retornei com uma melhora muito grande. Agora, nessa última consulta, não vai ser necessário tomar mais medicação, porque está tudo bem”, destacou.
O paciente Aníbal da Cruz Gonçalves, de 69 anos, morador do bairro Monte Castelo, também ressaltou a importância do acompanhamento médico para a continuidade do tratamento. “Recebi muita orientação durante o acompanhamento, o médico solicitou exames como endoscopia, colonoscopia e biópsia para investigar suspeita de câncer no intestino. Fiz todos os exames e não foi constatado nada. Depois, iniciei um tratamento para uma bactéria e, após novos exames, o resultado mostrou que estou curado. Até agora está tudo ótimo”, afirmou.