por Samir Aranha
A magia das histórias, a alegria das brincadeiras e o carinho dos voluntários marcaram a celebração do Dia das Crianças no Hospital da Ilha, em São Luís. Na última semana, a equipe de voluntários do projeto Leitura que Cura, da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (EMSERH), promoveu uma programação especial para levar diversão e acolhimento às crianças internadas na unidade.
A atividade contou com contação de histórias, show de mágica e a presença de personagens da Marvel e da Patrulha Canina, que animaram os pequenos pacientes e suas famílias. A ação também teve a participação da BiblioSesc, com sua unidade móvel estacionada na entrada do hospital, incentivando o contato com os livros e o universo da leitura.
Para a coordenadora do projeto Leitura que Cura, Olga Colvara, iniciativas como essa demonstram o poder transformador do voluntariado e a importância de proporcionar momentos de leveza para quem enfrenta o período de internação. “É uma alegria muito grande poder participar desses momentos e ver o sorriso das crianças. O voluntariado nos proporciona uma sensação de bem-estar e a certeza de que estamos contribuindo, de alguma forma, para tornar esse período mais leve para elas e suas famílias. Um gesto de carinho, uma história ou uma brincadeira podem fazer muita diferença”, destaca Olga.
Acolhimento que faz a diferença
Entre as crianças que participaram da programação estava Ana Laura, de nove meses, internada há 16 dias para tratamento de um sopro no coração. Natural de Godofredo Viana, a pequena estava acompanhada da mãe, Lourielma Monteiro, de 27 anos, que destacou a importância de ações que levam alegria às crianças durante a hospitalização.
“É muito bom ver esse tipo de iniciativa, porque a gente passa por dias difíceis dentro do hospital e momentos assim trazem alegria e ajudam a distrair as crianças. É muito gratificante ver esse carinho e essa atenção com os nossos filhos”, afirma Lourielma.
Ravi, de um ano e seis meses, também participou da ação enquanto realiza tratamento para queimaduras. A mãe, Karleany Sousa, de 31 anos, natural de Bacabal, elogiou a iniciativa e ressaltou a importância de proporcionar experiências positivas às crianças e aos familiares durante o período de internação.
“Foi uma festa bonita. Ver as crianças se divertindo, com os personagens deixa o ambiente mais alegre. São momentos que fazem bem não só para elas, mas também para nós, mães, que estamos acompanhando o tratamento”, relata Karleany.
Humanização do cuidado
A ação integra as atividades do projeto Leitura que Cura, iniciativa da EMSERH que utiliza a leitura e atividades lúdicas como ferramentas de acolhimento e humanização nos serviços de saúde administrados pela empresa.
Ao levar histórias, brincadeiras e personagens para dentro do ambiente hospitalar, o projeto Leitura que Cura contribui para tornar a experiência da internação mais acolhedora para crianças e familiares, reforçando o compromisso da EMSERH e de seus colaboradores com um cuidado que vai além da assistência clínica.

