Novos hospitais inaugurados pelo governador Flávio Dino proporcionaram mais de 2 milhões de atendimentos em 2016

Novos hospitais possibilitaram ampliação do atendimento de média e alta complexidade. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

Novos hospitais possibilitaram ampliação do atendimento de média e alta complexidade. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

O Governo do Maranhão inaugurou, nos dois primeiros anos da gestão realizada pelo governador Flávio Dino, cinco hospitais, entre macrorregionais e regionais, e conseguiu oportunizar 2.099.002 atendimentos em unidades hospitalares de média e alta complexidade somente no interior do estado. Com as unidades, serviços que antes eram encontrados apenas na capital, atualmente são disponibilizados dentro de estruturas que oferecem à população atendimentos humanizados nas 19 Regionais de Saúde, permitindo a cobertura desses serviços em 142 municípios.

Os mais de 2 milhões de atendimentos em 2016 abrangem a assistência prestada desde a primeira unidade, inaugurada em setembro de 2015: o Hospital Regional Dr. Jackson Lago, em Pinheiro. “Essa foi uma etapa importante adotada pela gestão estadual no sentido de fortalecer a rede de serviços de saúde do Maranhão. O desempenho das unidades caracteriza concretamente os esforços do Governo para manutenção do material médico, dos exames e dos recursos humanos”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula.

Em 2016, o Hospital Regional Dr. Jackson Lago realizou 825.482 atendimentos de janeiro a dezembro. Já o Hospital Regional de Caxias Dr. Everaldo Ferreira Aragão, inaugurado em 27 de janeiro, contabilizou 978.870 mil atendimentos. Em agosto, o Governo inaugurou mais duas importantes unidades: os Macrorregionais de Santa Inês e Imperatriz. O Hospital Macrorregional Tomás Martins, em Santa Inês, registrou 202.196 mil atendimentos.

Em Imperatriz, o Hospital Macrorregional Drª Ruth Noleto, destacou-se por possibilitar na região a realização de importantes procedimentos, como as cirurgias de hérnias e histerectomia, reduzindo uma demanda reprimida na região, atendendo cerca de 440 pacientes em três meses.

No dia 3 de setembro, o município de Bacabal passou a contar com a assistência médica especializada por meio do Hospital Macrorregional Drª Laura Vasconcelos, o qual se destacou de setembro a dezembro, na especialidade de ortopedia, com 468 internações por traumas ortopédicos e 1.104 consultas médicas em ortopedia e traumatologia.

As unidades no interior do estado, de maneira geral, recebem pacientes de média e alta complexidade para cirurgia geral, clínica médica, neurologia, ortopedia, oftalmologia, cardiologia, gastroenterologia, nefrologia, endocrinologia, neurocirurgia, pediatria, cardiologia, obstetrícia, ginecologia, urologia, mastologia, oncologia, dentre outros, disponibilizados em unidades específicas.

Novos hospitais possibilitaram ampliação do atendimento de média e alta complexidade. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

Novos hospitais possibilitaram ampliação do atendimento de média e alta complexidade. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

O acesso aos serviços está mudando a vida de maranhenses como a vendedora Terezinha de Souza, de 50 anos, que mora em Bacabal. Ela relatou, na inauguração do hospital no município, que uma irmã, anteriormente, precisou de atendimento e teve que sair do município para receber o atendimento, o que agora mudou. “Com certeza esse hospital vai ajudar muito e vai fazer muito bem para a gente”, disse.

Quem também já agradeceu pelo acesso facilitado ao atendimento é a moradora do povoado Fortaleza, zona rural de Pinheiro, Leudilene Costa, de 27 anos. Em março de 2016, seu filho de nove anos foi atropelado por uma motocicleta, socorrido e levado para o Hospital Regional Dr. Jackson Lago.

“Fiquei emocionada com o atendimento que o Eduardo recebeu nesse hospital. Agradeci a todos os médicos que fizeram a cirurgia. Depois fizemos acompanhamento com o nefrologista e recebemos toda assistência. Deus devolveu a vida do meu filho. Fiquei pensando se ele sobreviveria se tivesse que esperar até chegar em São Luís”, relatou, emocionada, Leudilene Costa.

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Antonio Silva, 56 anos, paciente do Hospital Regional de Caxias Dr. Everaldo Ferreira Aragão. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

Antonio Silva, 56 anos, paciente do Hospital Regional de Caxias Dr. Everaldo Ferreira Aragão. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

 

“Gostei do atendimento que tive da equipe de enfermagem, dos médicos, para mim está tudo certo! Daria nota dez! Porque menos não poderia ser, depois de tudo que recebi aqui”. – Antonio Silva, 56 anos, paciente do Hospital Regional de Caxias Dr. Everaldo Ferreira Aragão

 

 

 

 

Josiel de Souza Oliveira, 25 anos, paciente do Hospital Regional de Caxias Dr. Everaldo Ferreira Aragão. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

Josiel de Souza Oliveira, 25 anos, paciente do Hospital Regional de Caxias Dr. Everaldo Ferreira Aragão. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

 

 

 

 

 

“Fui vítima de arma branca e pude contar com a eficiência do atendimento do hospital, que considero ser algo muito bom para todos que precisam”. – Josiel de Souza Oliveira, 25 anos, paciente do Hospital Regional de Caxias Dr. Everaldo Ferreira Aragão

 

 

 

 

Maria Ivá, acompanhante no Hospital Macrorregional Tomás Martins. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

Maria Ivá, acompanhante no Hospital Macrorregional Tomás Martins. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

 

 

“Esse hospital é uma beneficio muito grande! Até me emocionei na hora do almoço no refeitório por observar o que nós vemos aqui. Considero um milagre ter esse atendimento aqui. No mundo que estamos vivendo está tudo muito difícil, por isso, temos que agradecer mesmo por terem feito essa obra”. – Maria Ivá, acompanhante no Hospital Macrorregional Tomás Martins

 

 

 

Anderson Martins dos Santos, 21 anos, paciente do Hospital Macrorregional Tomás Martins. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

Anderson Martins dos Santos, 21 anos, paciente do Hospital Macrorregional Tomás Martins. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

 

 

“A assistência é muito boa e até a comida também achei ótima. Não senti falta de nada desde que precisei ficar internado aqui. Recebemos o cuidado de todos os profissionais e vemos que eles se preocupam mesmo com a nossa saúde”. – Anderson Martins dos Santos, 21 anos, paciente do Hospital Macrorregional Tomás Martins

 

 

 

Otacília Domingues Amorim, 54 anos, paciente do Hospital Macrorregional Tomás Martins. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

Otacília Domingues Amorim, 54 anos, paciente do Hospital Macrorregional Tomás Martins. (Foto: Francisco Campos e Julyane Glavão/SES)

“Os médicos e enfermeiros são bons. Fiz todos os exames que precisava e o que ainda falta estão providenciando para eu fazer. Temos uma alimentação boa e tudo que a gente precisa todos estão prontos para atender”. – Otacília Domingues Amorim, 54 anos, paciente do Hospital Macrorregional Tomás Martins

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