linha
Home » Sala de Imprensa » Noticias » 2008 » Saúde » Saúde

Maranhão deflagra Operação Gota

Diminuir corpo de texto Aumentar corpo de texto

Data de Publicação: 16 de outubro de 2008

O Maranhão deflagra a partir desta quinta-feira (16) a Operação Gota, fruto de um convênio celebrado entre os Ministérios da Saúde e da Defesa, em parceria com Estados e Municípios. O objetivo da ação é vacinar as populações residentes em áreas de difícil acesso. As equipes de saúde serão deslocadas com a ajuda um helicóptero da Aeronáutica.  

A missão também se encarregará da supervisão e do acompanhamento das ações desenvolvidas durante a Campanha de Vacinação contra a Rubéola, que continua em atividade no país. Na oportunidade, o trabalho dos agentes de saúde será avaliado pelos técnicos que participam da Operação Gota.       

No Maranhão, a missão atingirá localidades dos municípios de Cururupu, Turiaçu, Apicum-Açu, Humberto de Campos, Araioses e Serrano, todos localizados em área de litoral. Oito vacinadores da SES participarão da atividade, cuja logística contará com o apoio de outros dois veículos, além do helicóptero. A primeira parada será no município de Humberto de Campos.            

“Vamos fazer uma grande campanha onde todas as pessoas que estiverem com o esquema de vacinação atrasado serão beneficiadas, independente da faixa etária. Além da rubéola, ofereceremos todas as demais vacinas disponibilizadas na rede pública de saúde”, informou a coordenadora do Programa de Imunizações da SES, Mildes Mendes Pereira.

A Operação Gota, que será encerrada no dia 25, dará uma atenção especial aos idosos e as crianças. “As pessoas com idade a partir dos 60 anos, que não se vacinaram no início do ano, terão a oportunidade de receber a dose durante a Operação”, destacou ela.

Concebida com o objetivo de assistir aos municípios brasileiros situados em áreas remotas, a Operação Gota já faz parte do calendário de atividades de parte dos estados da região Norte, entre eles, o Amazonas, o Pará e o Acre. O Mato Grosso do Sul também é dos beneficiados com a missão.    

“Por conta das suas ilhas oceânicas, o Maranhão também tem dificuldade para realizar a vacinação em algumas localidades. Fizemos então a solicitação ao Ministério da Saúde e fomos prontamente atendidos. Isso representará um ganho para a saúde do nosso estado”, disse Mildes Pereira.    
 

Imprimir esta página Recomendar esta página
Navegação